AULA 07
21/03/2016.
Estudo da lógica
Texto de introdução
Conceitual:
. O que é lógica?
1-Lógica é uma parte da filosofia que estuda o
fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento.
A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.
Aristóteles estabeleceu um conjunto de regras rígidas para que conclusões pudessem ser aceitas como logicamente válidas: o emprego da lógica leva a uma linha de raciocínio baseado em premissas e conclusões.
Por exemplo: se for observado que "todo ser vivo é mortal" (premissa 1), a seguir é constatado que "João é um ser vivo" (premissa 2), como conclusão temos que "João é mortal".
Desde então, a lógica Ocidental, assim chamada, tem sido binária, isto é, uma declaração é falsa ou verdadeira, não podendo ser ao mesmo tempo parcialmente verdadeira e parcialmente falsa. Esta suposição e as leis da identidade (A é A), da não contradição (A não é B), e do terceiro excluído (A é A e não pode ser B) cobrem todas as possibilidades e formam a base do pensamento lógico Ocidental.
A Lógica ao mesmo tempo em que define as leis ideais do pensamento, estabelece as regras do pensamento correto, cujo conjunto constitui uma arte de pensar. E como o raciocínio é a operação intelectual que implica todas as outras operações do espírito, define-se muitas vezes a lógica como a ciência do raciocínio correto. A Lógica é então necessária para tornar o espírito mais penetrante e para ajudá-lo a justificar suas operações recorrendo aos princípios que fundam a sua legitimidade.
Em outras palavras, lógica é arte que nos faz proceder, com ordem, facilmente e sem erro, no ato próprio da razão.
A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.
Aristóteles estabeleceu um conjunto de regras rígidas para que conclusões pudessem ser aceitas como logicamente válidas: o emprego da lógica leva a uma linha de raciocínio baseado em premissas e conclusões.
Por exemplo: se for observado que "todo ser vivo é mortal" (premissa 1), a seguir é constatado que "João é um ser vivo" (premissa 2), como conclusão temos que "João é mortal".
Desde então, a lógica Ocidental, assim chamada, tem sido binária, isto é, uma declaração é falsa ou verdadeira, não podendo ser ao mesmo tempo parcialmente verdadeira e parcialmente falsa. Esta suposição e as leis da identidade (A é A), da não contradição (A não é B), e do terceiro excluído (A é A e não pode ser B) cobrem todas as possibilidades e formam a base do pensamento lógico Ocidental.
A Lógica ao mesmo tempo em que define as leis ideais do pensamento, estabelece as regras do pensamento correto, cujo conjunto constitui uma arte de pensar. E como o raciocínio é a operação intelectual que implica todas as outras operações do espírito, define-se muitas vezes a lógica como a ciência do raciocínio correto. A Lógica é então necessária para tornar o espírito mais penetrante e para ajudá-lo a justificar suas operações recorrendo aos princípios que fundam a sua legitimidade.
Em outras palavras, lógica é arte que nos faz proceder, com ordem, facilmente e sem erro, no ato próprio da razão.
2-A lógica é um “instrumento do
pensar”.
Uma vez que o pensamento é a manifestação do conhecimento, e que o
conhecimento busca a verdade, é preciso estabelecer algumas regras para que
esta possa ser encontrada. Assim, a lógica é uma área da filosofia que tem como objetivo o estudo de processos válidos e
gerais pelos quais atingimos a verdade.
Em
relação à filosofia a lógica tem grande importância, uma vez que os filósofos
procuram a verdade e apenas consideram certo aquilo que é verdadeiro
universalmente. Assim, como a lógica procura encontrar a verdade há uma relação
estreita entre lógica e filosofia. Apesar desta relação, os lógicos são,
geralmente matemáticos, dada a elevada tecnicidade e precisão de que se serve a
lógica para encontrar conhecimentos verdadeiros. Existe, por isso, uma relação
estreita entre a lógica e a matemática.
Para encontrar a verdade a lógica utiliza raciocínios. Em relação a
estes são dispensáveis quaisquer considerações psicológicas acerca do ato de
raciocinar, aos lógicos apenas interessa a forma dos raciocínios.
Um raciocínio é formado por três proposições, duas premissas e uma
conclusão.
Segundo a lógica os raciocínios ou argumentos são válidos se as
premissas estiverem de acordo com a conclusão, caso contrário, o raciocínio é
inválido e não tem qualquer tipo de significado.
“A lógica oferece-nos métodos de
crítica para a avaliação das inferências. (…) completada uma inferência, é
possível transformá-la num argumento e a lógica pode ser utilizada para
determinar se o argumento é válido ou não”
W.C Salmon
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